Vivian Dornellas Psicóloga Clínica e Jurídica
Reorganização da coparentalidade depois da separação

A relação termina.A parentalidade permanece.

Ajudo mães e pais a encontrar formas possíveis de cuidar dos filhos depois que a relação entre os adultos mudou.

Agendar uma conversa Conheça os caminhos
Psicóloga · CRP 05/47727 · Rio de Janeiro · Atendimento presencial e online
Vivian Dornellas à mesa de trabalho, com um quadro de Henri Matisse e uma escultura de três figuras ao fundo Símbolo do Vínculos Entre Nós

Pais não precisam ser amigos para cuidar dos filhos.

Precisam encontrar formas possíveis de exercer a coparentalidade depois que a relação entre eles mudou.

Conheça os caminhos

Nem toda família precisa do mesmo tipo de acompanhamento.

Oficina de coparentalidade

Depois da Separação

A Oficina de Coparentalidade é um espaço de informação, orientação e reflexão para mães e pais que precisam encontrar novas formas de exercer a coparentalidade depois da separação.

A proposta é compreender como o conflito entre os adultos pode repercutir sobre os filhos e trabalhar situações que fazem parte da vida após a separação: comunicação entre os pais, decisões sobre as crianças, transições entre as duas casas, limites, responsabilidades e maneiras de evitar que os filhos sejam colocados no centro das divergências.

Mais do que oferecer respostas prontas, a oficina ajuda cada mãe e cada pai a reconhecer o que está ao seu alcance e a construir formas mais possíveis de cuidar dos filhos nesse novo contexto familiar.

A participação pode acontecer mesmo que apenas um dos pais tenha interesse.

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Próxima turma
Formato4 encontros, em grupo, online*
Datas10, 17 e 24 de novembro
1º de dezembro
Dia e horárioTerças-feiras, às 19h30 (1h30)
CertificadoDe participação
InscriçõesAté 6 de novembro, pelo WhatsApp

* Os encontros acontecem ao vivo e não são gravados, para preservar a privacidade dos participantes e favorecer um espaço seguro de participação e troca.

Programa de reorganização da coparentalidade

Vínculos Entre Nós

Um trabalho psicológico estruturado para mães e pais que precisam reorganizar a forma como exercem a coparentalidade depois da separação. Começa por uma Orientação e pode seguir por dois percursos.

Entenda os percursos possíveis
01

Orientação de Coparentalidade

Um encontro para compreender a dinâmica familiar e coparental, trabalhar questões específicas e identificar caminhos possíveis para sua família.

Pode ser um atendimento pontual ou ponto de partida para o percurso de acompanhamento.

Para quem: quem ainda não sabe por onde começar.
02

Ciclo Parental

Percurso individual, em 5 encontros, para compreender melhor os desafios da coparentalidade após a separação e encontrar formas mais seguras e possíveis de lidar com eles. Não depende da participação do outro responsável.

Para quem: quem está no começo da separação, ou num conflito que se arrasta, e quer ter mais recursos para agir: entender o que fazer nas situações difíceis, colocar limites e construir estratégias que mudem a dinâmica da família como um todo, a começar pelos filhos.
03

Caminho da Coparentalidade

Percurso construído com os dois responsáveis, ao longo de 8 a 12 encontros. Conforme as necessidades de cada família, os encontros podem acontecer individualmente ou com ambos.

O que se constrói aqui Plano de Parentalidade
Para quem: mães e pais que desejam construir acordos e uma organização parental mais possível para a sua família.
03 · Continuação do Caminho da Coparentalidade

O Plano de Parentalidade

O Plano não é um papel de acordo preenchido em uma reunião. É construído pelos dois responsáveis ao longo do percurso, a partir do que cada um traz e da realidade daquela família, e reúne os combinados sobre a rotina, as responsabilidades e as decisões que envolvem os filhos.

Justamente por nascer desse processo, tende a ser executável e a se sustentar no dia a dia.

Reduz o número de decisões que precisam ser tomadas no meio do conflito e traz mais previsibilidade para os filhos. É um formato já utilizado em países como Austrália, Canadá e Espanha. Se os pais assim decidirem, o Plano pode ser levado à homologação.

Agendar a Orientação de Coparentalidade
Para profissionais

Quando diferentes saberes podem trabalhar pela mesma família

No Direito de Família, a atuação jurídica oferece contorno, segurança e caminhos para decisões que atravessam momentos importantes da vida familiar.

Em alguns casos, porém, a construção de um acordo não depende apenas de encontrar uma boa solução jurídica.

É preciso compreender também a dinâmica familiar e os aspectos subjetivos que mantêm determinados impasses e dificultam que soluções possíveis sejam construídas ou se sustentem ao longo do tempo.

É nesse espaço que o Vínculos Entre Nós pode se somar ao trabalho do advogado.

A partir de um olhar especializado sobre as relações familiares e a coparentalidade, o trabalho busca compreender o que está em jogo naquele conflito e criar condições para que mães e pais possam construir formas mais viáveis de exercer suas responsabilidades parentais, tendo as necessidades dos filhos como referência.

O acompanhamento jurídico permanece com o profissional de referência.

A proposta é estabelecer uma parceria em que diferentes competências possam dialogar, trocar perspectivas e contribuir para a construção de caminhos mais consistentes para cada família.

Conversar sobre uma parceria

Olhares que se complementam

Questões jurídicas, relacionais e subjetivas frequentemente se atravessam nos conflitos familiares. A interlocução entre diferentes campos permite uma compreensão mais ampla do caso, sem confundir os lugares de cada profissional.

Para além da construção do acordo

Alguns impasses não terminam quando uma decisão é tomada. Compreender o que dificulta a construção ou a sustentação dos acordos pode ser importante para que eles encontrem lugar na vida cotidiana daquela família.

Interlocução profissional

O diálogo com o profissional que acompanha a família pode fazer parte do percurso, quando pertinente e observados os limites éticos e de confidencialidade.

A proposta não é substituir trabalhos, mas somar leituras e construir possibilidades.

Práticas Colaborativas

Atuação em equipes colaborativas no divórcio

Nas Práticas Colaborativas, a família conta com uma equipe multidisciplinar para construir soluções consensuais em um processo extrajudicial e não adversarial.

Atuo como Profissional de Saúde Mental (PSM) em equipes colaborativas, contribuindo para a compreensão das dinâmicas familiares e dos aspectos emocionais e relacionais que atravessam o processo de separação, especialmente quando envolvem parentalidade e necessidades dos filhos.

Em interlocução com advogados e demais profissionais da equipe, o trabalho busca favorecer condições para o diálogo, a tomada de decisões e a construção de acordos que possam se sustentar na vida da família.

Capacitada em Práticas Colaborativas e membro do Instituto Brasileiro de Práticas Colaborativas (IBPC).

Compor uma equipe
Vivian Dornellas sorrindo, sentada em uma poltrona junto à janela
Quem conduz o trabalho

Vivian Dornellas

Psicóloga · CRP 05/47727

Sou psicóloga do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro desde 2015 e atuo em Varas de Família. Ao longo desses anos, acompanhar de perto diferentes histórias de separação me mostrou que o fim da relação conjugal não encerra os desafios entre aqueles que permanecem ligados pela parentalidade.

Muitas vezes, inaugura a necessidade de construir uma nova forma de se relacionar como pais.

Foi dessa experiência que nasceu meu interesse em trabalhar não apenas com o conflito já instalado, mas também com aquilo que pode ser construído a partir dele.

Hoje, dedico parte importante do meu trabalho a ajudar mães e pais a encontrarem formas possíveis de exercer a parentalidade depois da separação, sem perder de vista quem mais depende das escolhas dos adultos: os filhos.

Psicóloga · UFRJ
Mestre em Psicologia Clínica · PUC-Rio
Especialista em Psicologia Jurídica · CFP
Especialista em Psicanálise, Traumas e Urgências Subjetivas · PUC-Rio
Capacitada em Práticas Colaborativas · IBPC
Membro do Instituto Brasileiro de Práticas Colaborativas · IBPC
Dúvidas frequentes

Antes de começar

Preciso que o outro responsável participe?

Não necessariamente. Alguns trabalhos podem começar e ser realizados individualmente, mesmo quando o outro responsável não deseja participar.

A participação de ambos pode ser importante em determinados percursos, especialmente quando o objetivo envolve a construção conjunta de acordos, formas de comunicação ou um Plano de Parentalidade.

O primeiro passo é compreender a situação para avaliar o caminho mais adequado.

Meu caso já está na Justiça. Ainda faz sentido buscar esse trabalho?

Sim. O trabalho pode acontecer tanto antes quanto durante uma ação judicial.

A decisão judicial organiza o que cabe ao processo. O trabalho com a coparentalidade acontece no cotidiano da família: na comunicação, nas decisões do dia a dia e na forma como os acordos são vividos.

A existência de um processo, portanto, não impede um trabalho voltado à reorganização da coparentalidade.

Por compromisso ético, não atendo famílias cujo processo esteja ou tenha estado sob minha atuação como psicóloga do Tribunal de Justiça.

Não conseguimos conversar sem brigar. Esse trabalho ainda é possível?

Sim. Conseguir conversar bem não é um pré-requisito para começar.

Em algumas situações, inclusive, o trabalho começa justamente porque a comunicação se tornou difícil, desgastante ou praticamente inviável.

O objetivo não é fazer com que os pais voltem a ter uma boa relação entre si, mas construir formas possíveis de exercer a coparentalidade com menos exposição dos filhos ao conflito.

O Vínculos Entre Nós é terapia ou mediação?

Não. O Vínculos Entre Nós é um trabalho voltado especificamente à reorganização da coparentalidade após a separação.

Seu foco não está em tratar a relação conjugal nem apenas em chegar a um acordo sobre uma questão específica. O trabalho busca compreender o que vem sustentando os impasses entre os pais e construir formas mais funcionais de comunicação, tomada de decisões e exercício das responsabilidades parentais.

Ao longo do percurso, questões concretas da vida dos filhos também podem ser trabalhadas e organizadas, incluindo a construção de um Plano de Parentalidade quando indicado.

A proposta é ir além de resolver o conflito do momento, trabalhando também as condições para que novos acordos e decisões possam se sustentar na vida cotidiana.

Já tentamos fazer acordos várias vezes. O que seria diferente aqui?

Nem sempre a dificuldade está em chegar a um acordo.

Em algumas famílias, os acordos são feitos, mas os mesmos conflitos reaparecem porque permanecem dificuldades que interferem na comunicação, na tomada de decisões e na relação parental.

Nesses casos, o trabalho não se limita a definir novas regras. Busca compreender o que vem dificultando sua sustentação e construir formas mais viáveis de organização da coparentalidade.

Como saber qual caminho faz sentido para a minha situação?

Você não precisa saber antes de entrar em contato.

Há diferentes possibilidades de trabalho, desde uma orientação para uma questão específica até a Oficina de Coparentalidade ou um percurso mais estruturado, como o Vínculos Entre Nós.

O primeiro contato permite compreender brevemente a situação e identificar qual possibilidade pode ser mais adequada às necessidades daquela família.

Primeiro passo

Não é preciso saber por onde começar.

Conte brevemente o que está acontecendo. A partir desse primeiro contato, podemos compreender sua situação e orientar qual caminho pode fazer mais sentido.

Entrar em contato pelo WhatsApp E-mail: vinculos.entrenos@gmail.com